Você sabia que no século II existia uma lei na Grécia que proibia as mulheres de usar qualquer artifício para parecerem mais belas do que elas eram antes do casamento?

No século XVIII o Parlamento britânico também a adotou e permitia até a anulação do casamento se a noiva usasse maquiagem, dentadura ou cabelo falso. O termo desobrigava o marido de qualquer compromisso por era alegado que haviam se casado com uma “máscara falsa”.

A lei dizia assim: “Todas as mulheres que a partir deste ato tirar vantagem, seduzirem ou atraírem ao matrimônio qualquer súbdito de Sua Majestade por meio de perfumes, pinturas, cosméticos, loções, dentes artificiais, cabelo falso, lã de Espanha, espartilhos de ferro, armação para saias, sapatos altos ou anquinhas, ficam sujeitas à penalidade da lei que agora entra em vigor contra a bruxaria e contravenções semelhantes e que o casamento, se condenadas, seja anulado…

E os maridos se sentiam traídos por suas esposas. Veja este relato de um desses homens:

Senhor, estou pensando em largar a minha mulher e acredito que quando o senhor considerar o meu caso, a sua opinião será a de que minhas pretensões ao divórcio são justas. Nunca um homem foi tão apaixonado como eu pela sua fronte, pescoço e braços alvos, assim como a cor azeviche de seus cabelos. Mas para meu espanto descobri que era tudo feito de arte: sua pele é tão opaca com esta prática, que quando acordou de manhã, mal parecia jovem o suficiente para ser mãe de quem levei para a cama na noite anterior. Tomarei a liberdade de deixá-la na primeira oportunidade, à menos que seu pai torne sua fortuna apropriada às suas verdadeiras, e não supostas, feições…

Dá pra acreditar?!

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